domingo, 14 de setembro de 2008

A FORÇA DO VENTO

Crescimento da energia eólica no Brasil depende de desenvolvimenmto científico e tecnológico e da fabricação nacional de equipamentos.
A geração de energia elétrica através de turbinas eólicas representa uma alternativa não poluente, capaz de atender desde os grandes centros urbanos até pequenas populações isoladas.
Na opnião do professor Jorge Antônio Vilas Ale, o Brasil possui um parque industrial com competências na área de metal mecânica e elétrica. sendo assim, tem condições favoráveis para investir e se direcionar, sem grandes dificuldades, para a indústria eólica.
Para a energia eólica ter sucesso no país seria preciso smar alguns recursos especiais. A começar pelo "recurso eólico de qualidade". Além desse, são necessárias políticas de incentivo às fontes renováveis e principalmente planejamento de longo prazo para o setor, com maiores estímulos para o aumento da capacidade de geração dessas fontes energéticas.

PRIMEIRO GERADOR URBANO

Para completar o pacote, seria necessário o desenvolvimento científico e tecnológico, capaz de dar suporte com qualidade à indústria nacional para que elapossa atender a demanda de novos parques eólicos.
Um bom exemplo da importância da pesquisa tecnológica vem de Porto Alegre, onde o Centro tecnológico da PUC instalou a primeira turbina eólica de pequeno porte no Brasil, em um prédio na área urbana e conectada na rede elétrica.

DINAMARCA À FRENTE

A Anneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informa que a participação da energia eólica na matriz energética nacional ainda é pequena. Mas a situação tenderia a mudar graças aos incentivos fiscais vigentes, que poderão despertar o interesse de empreendedores.
Na Dinamarca, a energia do vento já representa 18% do consumo de eletrecidade gerada.

No Brasil, "As usinas eólicas contribuem com 0,25% da capacidade de geração do país."

Marina Teodoro de Assis - nº27 - 8º ano RB

A Força do Vento

A produção de energia elétrica pela forma eólica é, além de uma segunda maneira para produção, uma forma não poluente, sendo interessante também por ter vantagens como a diminuição de poluentes, comparadas a usinas térmicas, menor risco pelas oscilações hídricas, etc. Na verdade, energia eólica é a energia que provem do vento, onde o termo eólico vem do latim aeolicus, pertencente ou relativo a Éolo, deus dos ventos na mitologia grega.
Para o Brasil, o investimento em indústrias eólicas não é de difícil condição, já que possui competência na área metal mecânica e elétrica, mas precisaria de recursos como “eólico em quantidade”, incentivos a fontes renováveis e planejamento duradouro para o setor.

Primeiro Gerador Urbano

Como qualquer novo investimento, algumas alterações ou atitudes são necessárias, no caso de parques eólicos, é preciso o desenvolvimento científico, tecnológico e industrial (alguns países que podem ser tomados como base são: Dinamarca, Alemanha e Espana – por terem tido sucesso com a exploração eólica).
Centros de pesquisa são necessários, no caso do Brasil, os seguintes seriam capazes de atender a demanda:
-Centro Brasileiro de Energia Eólica, CBEE
-Centro de Referência de Energia Solar e Energia Eólica, Creseb
-Centro de Energia Eólica, Ce-Eólica
A primeira turbina eólica de pequeno porte instalada no Brasil foi pelo Centro tecnológico da PUC (Ce-Eólica), em Porto Alegre.

Dinamarca à frente

A Aneel informou que este tipo de mercado vem crescendo muito. Em 1990 a capacidade instalada para a geração de energia eólica no mundo era inferior a 2 mil MW, já em 2002 chegou a 32 mil MW. A meta é suprir com energia eólica 10% do consumo inteiro no “mundo velho” até 2020.
Na Dinamarca a meta é chegar a 50% do consumo da eletricidade gerada até 2030, até agora são 18%.

Outras Informações

Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica
kW – Kilowatt é uma unidade de medida correspondente a 10³ wattsMW – Megawatt é uma unidade de medida correspondente a 106 watts

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A Força do Vento
A geração de energia elétrica através de turbinas eólicas é uma grande alternativa não poluente, podendo atender grandes cidades à pequenas vilas isoladas. As grandes centrais eólicas possuem grandes ganhos, pois ao soltar este tipo de energia há uma significante redução da emissão de poluentes das usinas térmicas, consequentemente reduzindo a necessidade da construção de grandes reservatórios. O professor Jorge Antônio Vilas Ale, coordenador do centro de energia eólica afirma que: "é fundamental que o crescimento desse tipo de energia se dê tanto na capacidade instalada, como no desenvolvimento científico e tecnológico".O Brasil possui um Parque Estadual com condições favoráveis para investir e se direcionar com certa facilidade, para a indústria eólica. Segundo medições de centros, o potencial elétrico se encontra em, principalmente, duas regiões, Nordeste e Sul, porém é necessário um incentivo do governo para tudo dar certo.
Primeiro Gerador Urbano
É necessário o desenvolvimento científico e tecnológico, capaz de dar uma base com qualidade para Industria Nacional para completar o pacote. Temos que nos espelhar em países como a Dinamarca e Alemanha que obtiveram grande êxito na exploração da força eólica. Para a utilização da energia eólica aqui no Brasil, é necessário parques eólicos, e um grande desenvolvimento industrial, consequentemente poderemos ter acesso á fabricação de aerogeradores locais para haver uma queda nos custos. Nessas situações as pesquisas tecnológicas são muito importantes, temos como exemplo a que vem de Porto Alegre, que instalou a primeira turbina eólica de pequeno porte do Brasil, com o objetivo de divulgar a tecnologia eólica e estudar sua viabilidade em prédios.
Dinamarca à Frente
Segundo a Aneel, a participação da energia eólica na matriz energética é pequena, porém, os incentivos fiscais vigentes, e a possibilidade de complementaridade entre a geração de energia hidrelétrica e eólica, poderiam fazer essa situação mudar. Em 1990, a capacidade instalada para a geração de energia eólica no mundo era inferior a 2 mim MW, porém, após 4 anos, ela subiu para 3,734 MW, divididos entre a Europa e a América, e nos anos seguintes, o número crescera ainda mais, chegando a 10 mil MW em 98 e 32 mil MW em 2002. Em países como a Dinamarca e Alemanha grande parte da energia instalada é energia eólica, na Alemanha, o número chega a 25%, na Dinamarca o número passou de 18%.
Funcionamento de uma Usina de Energia Eólica
As Usinas Eólicas aproveitam a força da velocidade dos ventos para gerar eletricidade, são grandes hélices (como cata ventos gigantes) instaladas em altas torres ou em locais altos, o movimento das hélices, fazem com que,o gerador produza energia. Com a energia produzida, ela passa pela linha de transmissão, que fará a energia chegar nas casas dos consumidores. Os locais escolhidos para o funcionamento de uma usina como essa devem ser privilegiados do ponto de vista de ventos, de preferência fortes, o tempo todo, no dia em que não tiver vento não será possível a geração de energia elétrica. A grande vantagem da usina eólica é que não existe nenhum tipo de poluição.
Vento - Hélice - Gerador - Linha de Transmissão - Consumidor
-
Postado pelo aluno: Iuri dos Santos Donatto
Nº17

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Coleta de Lixo em Guarulhos

Última etapa da campanha do lixo começa em abril

Por: Folha Metropolitana
Publicado em 26/03/2007 09:05:29

O objetivo é alertar sobre o horário de coleta para que os detritos não atraiam insetos e animais.

Até o final de abril, a Prefeitura irá colocar em prática a última etapa da campanha "Se liga na hora". O objetivo é disciplinar os horários de colocação de lixo doméstico, comercial e industrial nas calçadas da cidade. É o que estabelece o Decreto-lei no 23.621, aprovado em fevereiro de 2006, que fixa um período máximo de duas horas para a permanência dos sacos de lixo fora dos domicílios. Por isso, o Departamento de Limpeza Urbana, da Secretaria de Obras e Serviços Públicos, distribuirá 280 mil imãs de geladeira com as datas e horários das coletas nos bairros.O prazo inicial previa que a campanha terminaria neste mês mas, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, o prazo foi ampliado porque o Departamento de Limpeza Urbana passará a integrar outra secretaria, a de Desenvolvimento Urbano.Com relação ao decreto, quem não obedecer e colocar os resíduos fora do imóvel por período superior ao estabelecido poderá receber uma multa de 75 Unidades Fiscais de Guarulhos (UFGs), aproximadamente R$ 126,00. Já a autuação para os que perderem o horário da coleta e, ainda assim, mantiverem o lixo do lado de fora, será de R$ 252,00, ou 150 UFGs.No Centro, onde a campanha de conscientização já foi encerrada, a Prefeitura multou dez comerciantes, por não cumprir o decreto-lei. "Foram multados porque a campanha já foi encerrada nessa região", segundo explicou o diretor de Limpeza Urbana, Paulo Gonçalves.Mas, ao contrário dos comerciantes do Centro, o cidadão não precisará colocar a mão no bolso, pelo menos até o final de abril, período em que a campanha de conscientização ainda estará em andamento. A campanha é mais do que necessária, segundo Gonçalves. A empresa coletora de lixo da cidade recolhe cerca de 900 toneladas por dia, ou aproximadamente 25 mil toneladas por mês. Para ele, a prioridade da secretaria será trabalhar inicialmente na conscientização das pessoas sobre a importância de se colocar o lixo para fora de casa no horário programado. "É uma questão de saúde pública, porque o lixo exposto por muito tempo fica sujeito a animais e catadores", ressaltou.Com relação às modificações geradas pelo decreto-lei, ele afirma que o principal objetivo é melhorar a execução desse tipo de serviço. Para Gonçalves, a disposição do lixo na frente das casas por um período superior a duas horas é inviável, porque, além de deixar a cidade feia, atrai ratos, baratas e outros bichos portadores de doenças. "Por isso, o morador que perder o horário do caminhão deverá manter o material ensacado nas dependências do imóvel e aguardar a próxima coleta", explicou.

Plano Operacional de Coleta de Lixo Domiciliar

Plano Operacional A

Bairro Freqüência Turno horário de inícioCentro 2a a sábado Noturno 18h

Plano Operacional B

Freqüência Turno horário de início2a, 4a e 6a Diurno 7hBairros Base Aérea, Jardim cumbica e Nova cumbica, Cidade Satélite, Soinco, Paes de Barros, Jardins São Manoel, Otawa, Arapongas, Santo Afonso, Leblon, Dona Luiza, Guilhermina, Vila Maria, Oliveira, Santa Izabel, Angélica, Carvalho, Porto, Lurita, Jacy, Bernardinho, Alice, Maria Helena, Nova Cidade, Ferão, Aracilia, das Nações e Caboçu. Parques Cecap, Alvorada, IV Centenário, Brasília, das Nações, Jurema, São Miguel, Uirapuru, Normanda e Jandaia. Vilas Any, Dinamarca e Alzira, Sítio São Francisco, Cidade Tupinambá e Recreio São Jorge.

Plano Operacional C

Freqüência Turno horário de início2a, 4a e 6a Noturno 18h

Bairros: Vilas Munhoz, Zamataro, Hermínia, Fanganielo, Endres, Esplanada, São Rafael, Rute, Capitão Rabelo, Renata, Galvão, Milton, Queiroz, Rosália, Harmonia, Rabelo, Leda, Adélia, São João, Ainda, Santo Antônio, Tijuco, Moreira, Conceição, Sorocabana, Augusta, Rachid, Palmeiras, Leonor, Paulista, Carioca e Cavadas. Jardins Iracema, Tranqüilidade, Vila Galvão, Guimarães, Alice, Dourado, Eugênio, Novo Ipanema, São Ricardo, Silveira, Dourado, Bebedouro, das Hortências, Nazaré, Santa Francisca, Santa Mena, Flor da Montanha, Rosa de França, Marajoara e Parque Continental II, Itapegica, Ponte Grande, Campos do Gopoúva e Residencial Padre Bento.

Plano Operacional D

Freqüência Turno horário de início3a, 5a e sábado Diurno 7h

Bairros: Cecap (complexo penitenciário) e Jardins São João Batista, Elizabeth, Irene, São Domingos, Beveldere, Santa Lídia, Santa Edwirges, Sadokim, Andorinhas IV Centenário, Álamo, Fortaleza, Bananal, Lenize, Vila Nova, Vila Rica, São João, Santa Terezinha, Jade, Novo Portugal, Presidente Dutra, Marai Dirce II Bambi, Adriana e Itapoá. Vilas Carmélia I e II e Nova Bonsucesso, Ponte Alta, Cidade Soberana, Parque Santos Dumont, Inocoop, Água Azul, Shoppping Internacional de Guarulhos e Sítio dos Morros.

Plano Operacional E

Freqüência Turno horário de início3a, 5a e sábado Noturno 18hBairrosJardins Maia, Las Vegas, City, São Paulo, Santa Cecília, Iporanga, dos Camargos, Barbosa, Santa Bárbara, Paraventi, Pinhal, Rizzo, Flor do Campo, Vanira, Ipanema, Zimbardi, Scyntila, São Geraldo, Monte Carmelo, América, Eliane, Bela Vista, Divinolândia, Jovaia, Santa Emília, Santa Inês, Silvia, Paraíso, Acácio, Santa Rita e Kawamoto. Vilas Mirian, Progresso, Barbosa, São José, Fátima, Flórida e Barros. Parques Continental II, III, IV, V, Renato Maia, Macedo, bom Clima, Cocaia e Taboão.

-


(A empresa que realiza a coleta seletiva de lixo em Gurulhos, é uma empresa tercerizada, chamada Quitaúna. Mais informações, entrar no site: www.quitauna.com.br , ou no telefone: 24216222)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Aterro Sanitário
1) Como funciona um aterro sanitário?
2) Como construir?
3) Quais são suas vantagens e desvantagens?
Respostas
1) Nós comemos em nossas casas e nos restaurantes, utilizamos vários objetos, a maioria jogamos no lixo. No final, a comida, o plástico, o vidro e o ferro ficam juntos nos sacos plásticos, nas lixeiras de nossas casas e restaurantes. O lixeiro passa recolhendo os lixos para finalmente ir aos aterros sanitários. Lá, todo o lixo de todas as casas e restaurantes se juntam, formando enormes montanhas de sujeira. Já na entrada do aterro, há um lugar específico para os moradores deixarem os lixos que poderão ser reciclados (plástico, vidro, papel e metal). Logo ao lado desse lugar, há outro, onde serão despejados os materiais proibidos legalmentes ou que ainda possam ser reciclados. Há varias outras estruturas que ficam no lado do aterro, são as áreas que fornecem o solo para o aterro, o tanque coletor de escoamento, os tanques coletores de chorume e a estação de metano. Em geral, o lixo fica lá por muito tempo, sem muita umidade e oxigênio, consequentemente ele não se decompõe com muita facilidade. Os aterros não são projetados para decompor lixo, mas simplesmente para enterrá-lo, eles, ao contrário do que parecem, são estruturas muito bem planejadas, se fossem valorizada e investida pelo governo, com certeza a consequência seria bem melhor. No futuro, novas tecnologias chamadas de bioreagentes serão utilizadas para acelerar a decomposição do lixo nos aterros e produzir mais metano.
2) Construir um aterro, não é simplesmente chegar em qualquer terreno e determinar que aquilo passará a ser um aterro, na verdade, é muito mais complexo a formação de um aterro sanitário. Antes de tudo, é necessário que o terreno escolhido pela autoridade, um estudo de impacto ambiental deve ser realizado no local. Primeiro, é necessário ver se o local possuí terra suficiente para se tornar um aterro.Segundo, é necessário ver se a composição base do solo e do leito da rocha deve ser indicada, a rocha deve ser quase totalmente impermeável, no leito da rocha não pode haver rachaduras, locais próximos a minas ou pedreiras não são escolhidos pelo fato de sempre estarem em contato com o suprimento do lençol freático, porém é bom que na área seja possível abrir vários poços para monitora-los. Terceiro, o fluxo de água sobre a área deve ser estudado, o terreno não pode conter muita água, pois assim ela irá para o terreno vizinho, ou vice-versa, por isso terrenos pertos de rios, córregos ou áreas alagadas normalmente não são escolhidos. Quarto, deve-se indicar os potenciais efeitos do aterro e possíveis contaminações à vida selvagem local, não são escolhidos lugares em que alguma espécie animal será prejudicada e nem lugares de pesca. Quinto, é necessário analizar se o local não possue nenhum valor histórico nem arqueológico. Por fim, completado o estudo de impacto ambiental, é necessário a autorização dos governos local, estadual e federal. Além disso, o dinheiro terá que ser levantado através de taxas e títulos municipais para a construção e o funcionamento do aterro.
3) O aterro sanitário é a melhor solução para o destino final do lixo, isso ocorre devido a situação econômica do país. Os aterros sanitários são capazes de eliminar os impactos ambientais, sanitários e sociais, gerado pela disposição do lixo.Porém, ao mesmo tempo, o acúmulo do lixo ajuda o efeito estufa, possui um odor desagradável além de ser muito perigoso para os lençóis freáticos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Biodiesel

Aqui contem as respostas sobre o questionário sobre Biodiesel.
1-) As tecnologias usadas na fabricação do Biodisel são: O Craqueamento térmico ou pirólise é processo que provoca a quebra de moléculas por aquecimento a altas temperaturas, isto é, pelo aquecimento da substância na ausência de ar ou oxigênio a temperaturas superiores a 450°C, formando uma mistura de compostos químicos com propriedades muito semelhantes às do diesel de petróleo. Em algumas situações esse processo é auxiliado por um catalisador para a quebra das ligações químicas, de modo a gerar moléculas menores;
A Esterificação é uma reação química reversível na qual um ácido carboxílico reage com um álcool produzindo éster e água. Essa reação, em temperatura ambiente, é lenta, no entanto os reagentes podem ser aquecidos na presença de um ácido mineral para acelerar o processo. Este ácido catalisa tanto a reação direta (esterificação) como a reação inversa (hidrólise do éster);
A Transesterificação é o processo mais utilizado atualmente para a produção de Biodiesel. Por meio dessa reação é possível a separação da glicerina dos óleos vegetais. As moléculas de óleos vegetais em questão são formadas por um éster de três ácidos graxos ligados a uma molécula de glicerol, ou seja, são triacilgliceróis. O processo inicia-se juntando o óleo vegetal com um álcool simples (metanol, etanol, propanol, butanol) e catalisadores (que podem ser ácidos, básicos ou enzimáticos) para acelerar a reação. Nesse processo, a glicerina é removida do óleo vegetal por decantação, deixando o óleo mais fino e reduzindo a sua viscosidade. Resumidamente, após a reação de transesterificação obtém-se a glicerina ― substância de alto valor agregado, usada por indústrias farmacêuticas, de cosméticos e de explosivos ― e o Biodiesel, um combustível renovável alternativo.

2-) O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de 2% de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B2 e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B100. Segundo a Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005, biodiesel é um “ biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”.

3-) O Biodiesel pode ser considerado como um combustível de queima limpa pois ao ser feito, ele tem origem renovável, ajudando assim a contribuir com a não emissão de CO2 na atmosfera.

4-)Uma importância Ambiental do Biodiesel é o fato de ele ser constituído por carbono neutro, ou seja, o combustível tem origem renovável ao invés da fóssil. Desta forma, sua obtenção e queima não contribuem para o aumento das emissões de CO2 na atmosfera, zerando assim o balanço de massa entre emissão de gases dos veículos e absorção dos mesmos pelas plantas. E uma importância Econômica é que ele contribui para a geração de empregos no setor primário. Com isso, evita o êxodo do trabalhador no campo, reduzindo o inchaço das grandes cidades e favorecendo o ciclo da economia auto-sustentável essencial para a autonomia do país. Um exemplo que também pode ser citado é de um aspecto econômico do biodiesel, que em 2002, a demanda total de diesel no Brasil foi de 39,2 milhões de metros cúbicos, dos quais 76% foram consumidos em transportes. O país importou 16,3% dessa demanda, o equivalente a US$ 1,2 bilhão. Como exemplo, a utilização de biodiesel a 5% no país, demandaria, portanto, um total de dois milhões de metros cúbicos de biodiesel.

5-) Sim, na minha região produz Biodiesel. O maior empreendimento em curso fica no município de Charqueada, em São Paulo (meu estado), o qual deverá ter a capacidade de produção de até 300 mil toneladas por ano.

6-) Outras fontes que podem ser usadas na fabricação de Biodiesel, são: óleos vegetais extraídos de diversas matérias-primas, como palma, pinhão manso, mamona, soja, girassol, dentre outras; gordura animal; óleos; e gordura residuais.